quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Papa na África: Bento XVI visita Benin no mês de novembro!


A viagem apostólica de Bento XVI ao Benin, país africano com cerca de 9 milhões de habitantes, acontece em novembro e terá um caráter fortemente pastoral.

"Haverá a entrega da Exortação Apostólica pós-sinodal, fruto do 2° Sínodo para a África de 2009, a celebração com o Santo Padre do 'Jubileu dos 150 anos da evangelização do Benin' e, enfim, a recordação do falecimento do Cardeal beninense Bernardin Gantin", revelou o vice-presidente do Comitê Organizador da viagem, Dom Eugène Houndekon, em uma coletiva de imprensa na terça-feira, 21, em Cotonou, capital econômica do país.

A visita reveste-se de importância não somente para os católicos, mas para todo o povo do país, e servirá para tornar visível a "Igreja-família" que está na África. "Apelo a todos os beninenses a contribuir com o sucesso do evento", destaca o responsável pela comunicação do Comitê Organizador, padre André Quenum.

"A visita do Papa ao Benin honra toda a África", disse o Ministro do Exterior do país, Nassirou Bako-Arifari, em entrevista ao jornal católico francês La Croix. Ele também sublinha as boas relações com a Igreja e a sua contribuição na construção da Nação.

( Fonte: Canção Nova)

Festa da dedicação da Basílica de São João de Latrão


Hoje celebramos a Consagração da Basílica de São João de Latrão, fundada pelo papa Melquíades, nas propriedades doadas para este fim por Constantino, ao lado do palácio lateranense. Ela foi construida entre os anos 314 a 335.

Segundo a tradição da Santa Igreja, o aniversário de sua dedicação, antes celebrado apenas em Roma, hoje é comemorado em todas as comunidades católicas do rito romano, para enaltecer o ministério petrino do Sumo Pontífice que, de sua Basílica Patriarcal, preside a toda a Igreja. Seu nome oficial é Arquibasílica do Santíssimo Salvador. Até a construção do Vaticano, o Santo Padre morava no Palácio Lateranense, anexo à Basílica de Latrão.

Como catedral da Diocese de Roma, contém o trono papal (Cathedra Romana), o que a coloca acima de todas as igrejas do mundo, inclusive da Basílica de São Pedro. Tem o título honorífico de Mãe e Cabeça de todas as Igrejas de Roma e do mundo.

A Igreja de Latrão é uma das quatro basílicas patriarcais de Roma. As três outras, também caracterizadas com uma Porta Santa e um Altar Papal são: a Basílica Vaticana, que manifesta a igreja apostólica fundada sobre o apóstolo Pedro; a Basílica Ostiense, que manifesta a igreja católica fundada sobre a missão de Paulo; a Basílica Mariana, que manifesta a igreja santa gerada com Cristo de Maria.

( Fonte: daaz.com.br)

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Missa em ação de graça pelos 5 anos de Dom Altieri

Centenas de fiéis, amigos, parentes, autoridades, bispos convidados e todo o clero diocesano celebraram neste sábado,5, os 5 anos e Ordenação episcopal e posse de Dom Altieri na Diocese de Caraguatatuba.A missa foi celebrada na Catedral Divino Espírito Santo com muitos momentos marcantes como a homilia de Dom Fernando Legal, os cânticos apresentandos pelo Coral diocesano e o momento da entrada da Palavra ao som de violino e flautas com as crianças do projeto Guri.

( Fonte: diocesecaraguatatuba.com)

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Crer em Deus é ter "esperança invencível", afirma Papa.



''Se removemos Deus, se removemos a Cristo, o mundo retrocede ao vazio e à escuridão'', afirma Bento XVI
"Quem crê em Deus-Amor leva em si uma esperança invencível, como uma lâmpada com a qual atravessar a noite para além da morte, e chegar à grande festa da vida", ressaltou o Papa Bento XVI antes de recitar a tradicional oração mariana do Angelus neste domingo, 6 de novembro.

O Pontífice fez sua reflexão a partir da parábola das dez jovens enviadas a uma festa de núpcias, símbolo do Reino dos céus e da vida eterna (Mt 25,1-13). Dessas, cinco entram na festa, porque, na chegada do esposo, tinham o óleo para acender as suas lâmpadas; enquanto as outras cinco permaneceram fora, porque não haviam levado óleo.

"O que representa esse "óleo", indispensável para sermos admitidos ao banquete nupcial? Santo Agostinho e outros antigos autores o leram como um símbolo do amor, que não se pode comprar, mas se recebe como dom, conserva-se no íntimo e pratica-se nas obras. Verdadeira sabedoria é aproveitar a vida mortal para realizar obras de misericórdia, porque, depois da morte, isso não será mais possível. Quando formos despertados para o Juízo Final, esse acontecerá com base no amor praticado na vida terrena. E esse amor é dom de Cristo, efuso em nós pelo Espírito Santo", explicou o Bispo de Roma.

(Fonte: Canção Nova)

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Hoje é dia de São Carlos Borromeu


Carlos, o segundo filho de Gilberto, nasceu em 2 de outubro de 1538. Menino ainda, revelou ótimo talento e uma inteligência rara. Ao lado destas qualidades, manifestou forte inclinação para a vida religiosa, pela piedade e o temor a Deus. Ainda criança, era seu prazer construir altares minúsculos, diante dos quais, em presença dos irmãos e companheiros de idade, imitava as funções sacerdotais que tinha observado na Igreja. O amor à oração e o aborrecimento aos divertimentos profanos, eram sinais mais positivos da vocação sacerdotal.

O ano de 1562 veio a Carlos com a graça do sacerdócio. No silêncio da meditação, lançou Carlos planos grandiosos para a reorganização da Igreja Católica. Estes todos se concentraram na ideia de concluir o Concílio de Trento. De fato, era o que a Igreja mais necessitava, como base e fundamento da renovação e consolidação da vida religiosa. Carlos, sem cessar, chamava a atenção do seu tio (que era Cardeal e foi eleito Papa, com o nome de Pio IV) para esta necessidade, reclamada por todos os amigos da Igreja. De fato, o Concílio se realizou, e Carlos quis ser o primeiro a executar as ordens da nova lei, ainda que por esta obediência tivesse de deixar sua posição para ocupar outra inferior.

Carlos sabia muito bem que a caridade abre os corações também à religião. Por isto foi que grande parte de sua receita pertencia aos pobres, reservando ele para si só o indispensável. Heranças ou rendimentos que lhe vinham dos bens de família, distribuía-os entre os desvalidos. Tudo isto não aguenta comparação com as obras de caridade que o Arcebispo praticou, quando em 1569-1570, a fome e uma epidemia, semelhante à peste, invadiram a cidade de Milão. Não tendo mais o que dar, pedia ele próprio esmolas para os pobres e abria assim fontes de auxílio, que teriam ficado fechadas.

Quando, porém, em 1576, a cidade foi atingida pela peste, e o povo abandonado pelos poderes públicos, visto que ninguém se compadecia do povo, ainda procurava os pobres doentes dos quais ninguém lembrava, consolava-os e dava-lhes os santos sacramentos. Tendo-se esgotado todas as fontes de recurso, Carlos lançou mão de tudo o que possuía, para amenizar a triste sorte dos doentes. Mais de cem sacerdotes tinham pago com a vida, na sua dedicação e serviço aos doentes. Deus conservava a vida do Arcebispo, e este se aproveitou da ocasião para dizer duras verdades aos ímpios e ricos esquecidos de Deus.

Gregório XIII, não só rejeitou as acusações infundados feitas ao Arcebispo, mas ainda recebeu Carlos Borromeu em Roma, com as mais altas distinções. Em resposta a este gesto do Papa, o governador de Milão, organizou no primeiro domingo da Quaresma de 1579, um indigno préstito carnavalesco pelas ruas de Milão, precisamente à hora da missa celebrada pelo Arcebispo. O mesmo governador, que tanta guerra ao Prelado movera, e tantas hostilidades contra São Carlos estimulara, no leito de morte reconheceu o erro e teve o consolo da assistência do santo Bispo na hora da agonia. Seu sucessor, Carlos de Aragão, duque de Terra Nova, viveu sempre em paz com a autoridade eclesiástica. O Arcebispo gozou deste período só dois anos.

Quando em outubro de 1584, como era de costume, se retirara para fazer os exercícios espirituais, teve fortes acessos de febre, aos quais não deu importância e dizia: “Um bom pastor de almas, deve saber suportar três febres, antes de se meter na cama”. Os acessos renovaram-se e consumiram as forças do Arcebispo. Ao receber os santos sacramentos, expirou aos 03 de novembro de 1584. Suas últimas palavras foram: “Eis Senhor, eu venho, vou já”. São Carlos Borromeu tinha alcançado a idade de 46 anos.

O Papa Paulo V, canonizou-o em 1610 e fixou-lhe a festa para o dia 04 de novembro.

São Carlos Borromeu, rogai por nós!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

SAUDADES SIM, TRISTEZA NÃO !



Hoje dia 02 de novembro de 2011, celebramos a memória de todos os fiéis defuntos, que na vida amaram a Cristo e seus irmãos.

Rezemos por todas a almas, pelas almas de nossos parentes e amigos e também por aquelas esquecidas.

Visite o cemitério, participe da Santa Missa, reze o Santo Terço pelas almas de nossos irmãos.





NOSSA SENHORA DA CONÇOLAÇÃO - ROGAI POR NÓS !!!

Um Homem, seu Cavalo e seu Cão...

Um Homem, seu Cavalo e seu Cão caminhavam por uma estrada.
Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele,
seu cavalo seu cachorro haviam morrido num acidente.
Às vezes os mortos levam algum tempo para se dar conta de sua nova condição...

A caminhada era muito longa, morro acima,
o sol era forte e eles ficaram suados e com muita sede.
Precisavam desesperadamente de água.

Numa curva do caminho, avistaram um portão magnifico,
todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada
com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte
de onde jorrava água cristalina.
O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita,
guardava a entrada.
Bom dia, ele disse.
Bom dia, respondeu o homem.
Que lugar é este, tão lindo? Ele perguntou.
Isto aqui é o céu, foi a resposta...
Que bom que nós chegamos ao céu,
estamos com muita sede, disse o homem.
O senhor pode entrar e beber à vontade,
disse o guarda indicando-lhe a fonte.
Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
Lamento muito, disse o guarda.
Aqui não se permite a entrada de animais.
O homem ficou desapontado porque sua sede era grande.
Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede.

Assim, prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminharem morro acima,
com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sitio,
cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi aberta.
A porteira se abriu para um caminho de terra,
com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra.
À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado,
cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo:
Bom dia, disse o caminhante.
Bom dia, disse o homem.
Estamos com muita sede, meu cavalo, meu cachorro e eu.
Há uma fonte naquelas pedras,
disse o homem indicando o lugar.
Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
Muito obrigado, ele disse ao sair.
Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
Céu, respondeu o homem.

Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore
disse que lá era o Céu!
Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo.
Mas então, disse ele,
essa informação falsa deve causar grandes confusões.
De forma alguma, respondeu o homem.
Na verdade, eles nos fazem um grande favor.
Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar até seus melhores amigos...

Engraçado como é simples deixar Deus de lado
e depois perceber porque o mundo está tão mal.
Engraçado como todos querem ir para o Céu.
Ou será que é assustador?

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aviso !!!

Informamos que a data da Assembleia Paroquial foi transferida para o dia 20 de novembro, no mesmo horário marcado.
Contamos com sua presença !!!